23 outubro

Agora mais do que nunca

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Agora, mais do que nunca, o momento pede cor e (muito) humor. Em tempos nebulosos, só a cor salva. E o humor, não vamos esquecer. Experimentos domésticos a todo vapor por aqui. A ideia é colorir o universo ao meu redor. Para lembrar que a nossa existência pode ir além da cartela dos básicos, do que não tem erro, do que sempre dá certo. Amiga, amigo… Se tem uma coisa que não temos controle neste momento é sobre a tabela de erros e acertos do mundo. O momento pede atitudes exageradas. Quer chorar, chora. Quer dançar, dança. Quer gritar, grita, esperneia. E lá vamos nós em mais uma aventura. A montanha-russa logo sai e só teremos noção do que nos espera embarcando no trenzinho. Cores, minha amiga, meu amigo, salvam. Especialmente a cor do amor: rosa. Aí que vontade de pintar a casa inteira dessa cor e me cercar do conforto e do alento que só o cor-de-rosa alcança. Acho que vou pintar, vou! É azul que você deseja? Ou será que um verde bem floresta depois da chuva é o que você precisa? Vermelho? Roxo? Tenha medo não… O pior que pode acontecer? Pintar de branco. Pelo prazer de arriscar tudo de novo, até acertar. Ou não. Quem disse que só no acerto somos felizes? Que só há vida decorativa ideal na perfeição dos materiais, das texturas, das formas imaculadas, quem? Afe! Vou seguir meu trem das cores. Esta semana são três paradas | apresentações da palestras “Cores e Humores”, em uma parceria deliciosa com a Suvinil:  Campinas (hoje!), Boa Vista na quinta e Manaus no sábado. Me esperem que eu vou! Só não vale esperar pela hora certa de mudar, de arriscar, de se aventurar quando o assunto é mudar o cenário ao seu redor. A hora é a agora. Vai!

* imagem emprestada da @vogueaustralia

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