01 outubro

Vamos festejar

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O mundo tá chato? Então vamos festejar. Resolvi fazer uma ode a momentos festivos em território doméstico depois de passar por dois eventos de muito sucesso em menos de um mês. Coincidência ou não, os dois momentos começaram com uma iniciativa simples: “vem tomar um drink aqui em casa às sete da noite”. Nada mais prosaico e mais simpático para uma sexta-feira à noite, certo? Cada um traz o seu drink favorito e tá ótimo.

O número de convidados também era o mesmo: 8 pessoas. À mesa: comidinhas para experimentar aos poucos, ao logo da noite, sem compromisso com hora para iniciar ou terminar os trabalhos. Cada um se serve na hora que chegar ou que tiver vontade, sabe como? Outro ponto em comum entre os dois eventos: anfitriões animados e dispostos a mudanças de rota no meio do caminho. Ou seja, o que era para ser “apenas” uma singela noite de drinks e conversas virou festa.

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Festa mesmo. Até às 4 da madrugada. Com dancinha em cima do sofá, gritos de emoção e DJs amadores comandando suas playlists favoritas no celular. Não é todo dia que isso acontece. De um pequeno entusiasmo festivo virar uma jaca completa (ver foto ilustrativa abaixo).

Por isso resolvi escrever este texto. Já recuperada da ressaca do dia seguinte, nos dois casos pensei: precisamos repetir isso mais vezes. De parar por alguns momentos para festejar, o que quer que seja, sem hora pra acabar. Precisamos abrir as portas de casa mais vezes, inventar uma desculpa qualquer para celebrar o amor entre as espécies, fazer novas amizades, nos abrir para o novo. Desconheço fórmula mais eficaz para sair de ciclos existenciais particularmente tensos. Recomendo fortemente esse antidepressivo social.

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