22 novembro

Seria a festa a revanche contra tempos sombrios?

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Seria? Acredito muito nessa teoria. De que festejar é preciso, mais do que nunca! Outro dia fui a uma dessas festas em que você esquece que tem vida fora da pista de dança. Estava bem acompanhada pelo amigos de uma vida inteira. Todos dançando e se divertindo como se não houvesse amanhã. Hoje recebi um convite irrecusável, de uma amiga que, certeza, já nasceu cantando. Ótima notícia em um dia cinzento e frio em plena primavera paulistana. Claro que eu vou. Pra me jogar e ter, novamente, a certeza de que não há amanhã – ao menos por uma noite. Aos poucos, parece que a vida segue e de uma maneira bem mais divertida do que a habitual, quando insistimos em permanecer conectados ao embalo deprê dos acontecimentos. Claro que nem todo mundo achou os dois últimos anos um tanto… caídos. Claro que aconteceu um monte de coisas ruins, mas também muita coisa boa. Crianças apagaram suas primeiras velinhas, duplas apaixonadas se casaram, descobertas científicas foram feitas, receitas de bolo se multiplicaram pelo planeta, alguns arrumaram um emprego novo, outros deixaram cargos que já não tinha a ver com suas vidas enriquecidas pelo amor, pelo prazer e não só pelo dinheiro. Nesta casa muita coisa aconteceu também. Pouca festa, é verdade. Mas isso já começou a mudar. E se depender do meu entusiasmo festivo, apertem os cintos porque ainda vamos bailar animadamente e muito!

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