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Missão rocambole
Dos traumas culinários da minha lista, o que ocupa o primeiro lugar é o rocambole. Um dos bolinhos mais triviais da nossa cozinha, ele sempre foi um problema para mim - mais do que acostumada a fazer bolos de aniversário ótimos e com um conhecimento que me deixa livre para assumir também minhas dificuldades. Afinal de contas, a gente só aprende errando, fazendo de novo, tentanto muito, treinando, até acertar na mão. É assim com tudo na vida. E na cozinha não podia ser diferente.
Por isso a primeira matéria especial desta nova safra, intitulada "Missões a serem desvendadas na cozinha", é justamente sobre o rocambole. E quem me ajudou nessa tarefa foi a chef Ana Maria Chapela Costa, do espaço Viver Casa & Gourmet. Além de ser a mulher mais rápida que eu já avistei numa cozinha, ela faz com que tudo pareça muito simples entre panelas e fôrmas de bolo. E, dos muitos segredinhos para não destruir seu rocambole, ela lista os essenciais: fazer um pão-de-ló bem fininho, enrolar o rocambole duas vezes (uma para "marcar" a massa, outra antes de recheá-lo) e também cuidado na hora de executar cada uma das estapas do processo.
No passo-a-passo ao lado você confere todos os detalhes para arrasar no rocambole.
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