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Casa Cor Minas

A Casa da Chris foi conferir a edição mineira do mais importante evento de decoração do país. E sabe que a passagem por lá foi uma surpresa? Uma boa surpresa, que fique claro. Não sei se porque, por aqui, em São Paulo, tudo é gigante, mega, ultra, übber... Tudo muito grande e, às vezes, igualmente cansativo. O fato é que a Casa Cor Minas tem o tamanho ideal. Está montada em um casarão num dos pontos mais agitados da cidade, o bairro da Savassi, e que pode ser percorrido sem canseira desnecessária.

Passeio curtinho, gostoso, na medida para conferir as novidades decorativas do momento. Por lá, elas foram um repeteco do que já havia sido mostrado por aqui. Papel de parede, materiais com “cara” de naturais, madeira rústica (mas bem tratada), muito preto, bege, cinza nos estofados, cortinas, tapetes e paredes da casa... Cores sóbrias que garantem atmosfera de sofisticação imediata. Uma coisa do tipo: na dúvida, melhor não arriscar. Máxima que virou tendência este ano. A diferença ficou por conta de regionalismos simpáticos. Exemplos felizes: as tiras de crochê que enfeitam as paredes de um dos banheiros, as bonecas de cabaça e os painéis com desenhos singelos e totalmente mineirinhos de uma das salas da casa.

E como um pouco de fofura nunca é demais... O toque feminino da mostra mineira fica por conta das flores, que aparecem nas paredes e até no teto de banheiros (parecendo uma tenda...), nas almofadas em clima de Provence do quarto da noiva, nos vestidos do ateliê do estilista. Outra surpresa da Casa Cor Minas é a ausência de invencionices decorativas – que às vezes ocupam diversos ambientes em mostras maiores, como a da capital paulista. As apostas dos arquitetos mineiros passam longe de propostas abusurdas. O que deve agradar aos visitantes em busca de soluções para os dilemas decorativos da vida real.

No ÁLBUM DE FOTOS, ao lado, você confere alguns ambientes da Casa Cor Minas.


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Chris Campos
 

 

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