22 fevereiro

Muito além do ponto cruz

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Já faz tempo que bordar não é mais exclusividade das vovós. Pontos rebuscados sobre ilustrações moderninhas roubadas da rede ou criações 100 autorais são “coisa fina”, comercializadas muitas vezes como obras de arte. Outro dia mesmo fui a uma expo em que criações feitas na ponta da agulha, de tricô, crochê ou bordado, preenchiam dois salões da galeria de arte. Os trabalhos de moças como Maria Seniuk (acima) ou Sarah Benning (abaixo) falam por si.

 

 

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Tem ainda a ala das moças que adoram causar com um bom bordado, caso da Sally Hewett, com suas bocas lacivas cheias de brilho e de texturas intrigantes. Só pra provar com todas as linhas, e uma ponta de agulha bem afiada, que o bordado hoje está muito mais para Girls do que para Downton Abbey.

 

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