|
Preparem-se porque serei um pouco repetitiva durante este mês de mudanças intensas... Sigo no embalo de encaixotar uma casa para ir para um novo cenário - espero que logo. Nossa Senhora da Ansiedade que me ajude!!! Entre uma seleção e outra de objetos, sempre aparece algum que desperta um apego inexplicável. Esta semana foi a coleção de livros infantis que veio da casa da minha avó. Quando era criança, tinha um apego enorme pelos tais livrinhos - na realidade livrões, de capa dura e muitas páginas. Em um embalo de nostalgia, um dia trouxe os cinco para casa. Agora, penso no espaço, em estantes arejadas, com livros que vou querer reler, consultar, folhear de novo. Passar para outros o que já foi lido e já está bem guardado na memória. Dos livrinhos de apego da infância, decidi ficar apenas com dois. Os outros vão para outras crianças lerem. Regra que vale também para outros objetos. Duas garrafas térmicas? Pra quê? Fico com uma e dou outra de presente para quem deseja uma nova. Sete bandejas? Que tal escolher apenas as favoritas? E nada de deixar se levar pela emoção que alguns objetos despertam. Porque quando você se der conta, está com prateleiras abarrotadas de itens repetidos, desnecessários e, principalmente, sem o devido espaço para o novo. E, daqui pra frente, quero mais é muita novidade!
|