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Sou uma pessoal naturalmente natalina. Gosto do Natal desde sempre. Adoro enfeitar a árvore, criar guirlandas, iluminar a casa inteira. Também acho uma delícia a fase dos preparativos da festa. Aqui em casa somos adeptos de uma espécie de caos gastronômico que, no final das contas, sempre funciona. A Berê traz seus incríveis raviólis, a minha mãe faz o salpicão e a mousse de chocolate, meu irmão traz uns bons drinks, meu pai diz que não gosta de ousadias no cardápio, eu faço o peru, o tender, arrumo a mesa com capricho. Aí chega o Adailton e transforma o ponche em uma suculenta salada de frutas alcoólica - que todo mundo "bebe" de colher. É um plano com espaço para improvisos, que incluem bastante bagunça, todo mundo falando ao mesmo tempo e, ainda não sei como, se entendendo de alguma maneira. Tipo uma casa de loucos. Loucos que eu adoro e já espero com ansiedade pela primeira vez na casa nova. Neste momento, misturo a expectativa da festa com outra: o lançamento do meu novo livro, bem perto do Natal - dia 06 de dezembro, queridas, aguardem o convite em breve! Ansiedade é meu nome neste momento. Mas sei que, no dia das duas festas que se avizinham, estarei cercada de amor. E é isso que me dá ainda mais vontade de embarcar nessa aventura chamada final de ano - mesmo que a gente surte muitas vezes no meio do caminho. Seja pelas lembranças boas, pelas não tão fáceis de lembrar ou simplesmente porque somos pessoas sujeitas a altos e baixos, todos os dias.
Para variar no cardapio... uma receita diferente de Belinni.
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