Blog da Casa da Chris
12/04/2009 |
Lojinha de arte |
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A Rita Wainer inaugurou outro dia sua loja virtual de prints. Por lá você pode comprar desenhos feitos por ela em cópias numeradas e assinadas. Eu adoro o trabalho da Rita e também de sua mãe Pink, tenho um dos desenhos dela na parede aqui de casa e logo, logo devo trazer pra cá algum da Rita para combinar. Os prints também têm preços bem amigos: R$ 50. E são enviados para qualquer parte do Brasil.
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12/04/2009 |
Ai que inveja! |
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Ok, às vezes a gente pode dar um grito com a frase-título deste post. Eu dei por não ter uma loja dessas perto da minha casa, aliás, nem perto do país que eu moro. A Green Depot é uma loja tipo Leroy Merlin, com tudo o que você precisa para arrumar, reformar ou incrementar seu lar. Só que tudo por lá segue a linha "verde", como o nome sugere de cara. Comentário da minha amiga Adriana, que mora bem perto da loja: "Vale a pena conferir. Quem sabe alguma grande cadeia varejista brasileira não se anima a fazer algo nessa linha? A saúde e o planeta agradeceriam, e muito!" Também acho. Você pode ler mais sobre a loja neste link do The New York Times.
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09/04/2009 |
Especial "Soluções decorativas" |
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Ontem senti a proximidade com o ar geladinho do outono. A luz de casa estava mais bonita, a cortina do escritório balançava dengosamente e o sol que entrou fez uns desenhos lindos sobre o sofá da sala. Fiquei então com vontade de deixar a casa combinando com o dia. Fazer uma mudancinha aqui, outra ali. E, entre uma coisa e outra, garimpei várias soluções decorativas realizadas recentemente por aqui. Neste e nos próximos posts, você confere algumas delas e decide se elas também funcionam na sua casa. Obs. Começo logo com esta foto que é a cara da estação: o buquê de flores ficou secando num lugar seco e com boa ventilação, longe do sol. E ficou assim lindo. Não resisti e tive vontade de pendurá-lo junto aos temperos da cozinha. Para uma pitada de frescor provençal instantâneo!
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09/04/2009 |
Coração de arame |
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Um dia, passeando por uma loja de decoração do bairro, vi um coração muito parecido com este. Lembre que tinha um rolo de arame na gaveta reservada à produção das páginas do Faça em Casa do site. Busquei uma flor na minha caixa de bijoux e o resultado deu nisso. Fiz um coração bem grande para preencher uma parede do corredor, antes branca e muito vazia. Para completar o trabalho e dar um ar mais personalizado, tratei de carimbar todo o contorno com estrelas douradas. Não ficou demais? Fica como sugestão para incrementar alguma parede vazia no seu próprio lar.
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09/04/2009 |
Flores de plástico não morrem |
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Este armário era verde-água, muito sem graça tadinho... Aproveitei a onda de Contact descontrol que rolou por aqui e recheei a "almofada" do armário com uma versão que imita madeira. Aí, de bobeira por uma loja de R$1,99, encontei uma sacola de presente, de plástico, toda estampada de rosas - que eu adoro! Arrematei logo duas. Recortei um monte de delas e fui colando no armário até formar um desenho bacana. Na sua casa, você pode inventar moda com suas próprias estampas favoritas. Dica: duas estampas sempre resultam num efeito mais supreendente.
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Outro dia resolvi clarear as paredes do meu escritório. Pintei tudo de branco e mudei a disposição dos quadros e objetos que mantenho como uma espécie de exposição permamente na parede principal. Lá tem de tudo um pouco: quadros, caixas bonitas, plaquinhas, moldura rococó sem nada no recheio e, mais recentemente, encaixei dois adesivos de cupcake da Idéia da Lu entre um pôster de revista e dois quadrinhos. Mix decorativo adaptável ao gosto do freguês!
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09/04/2009 |
Truque do uniforme da escola |
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Esta é uma solução decorativa desesperada. Inspirada nas nossas mães, que costuravam remendos de couro nos joelhos das calças do uniforme da escola. Não era exatamente lindo, mas funcionava. Um dia meu pai veio em casa e deu a idéia, adotada na hora. Isso porque o lindo e fofo gato que habita esta casa adora afiar as garras nas quinas do mesmo sofá. A solução, portanto, foi encomendar ao tapeceiro vários remendos iguais. Assim que o gato termina de destruir um, logo coloco outro no lugar. Fitas de velcro coladas com adesivo de contato dão conta do tira e põe. Obs. o remendo desta foto foi feito em uma sitação de emergência, quando todos os meus outros remendos feitos com o tecido do sofá tinham acabado. Improvisei com outro tecido, mas bom mesmo é fazer com o tecido o original.
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Um sofá maior era necessário na sala de tevê. Foi quando recebi uma oferenda do além. Não tão do além assim... Minha mãe resolveu doar uma cama antiga que tinha em casa. Olhei para ela, ela olhou pra mim e, sem a cabeceira, virou uma cama turca ótima. O clima de desfrute completo desta produção fica por conta do lençol riscadinho, dos travesseiros usados como encosto e encapados com fronhas sortidas e da coleção de almofadas, uma de cada cor.
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09/04/2009 |
Menos branco por favor |
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No meu surto de clareamento da casa, resolvi pintar paredes, escrivaninha e estante, tudo ao mesmo tempo e tudo de branco - total e radiante. Resultado: um certo tédio no ambiente. Foi aí que o Contact novamente me salvou. Revestir as gavetas foi uma solução para "quebrar" a brancura do ambiente - que continua refrescante, só que agora sem resquícios de tédio.
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06/04/2009 |
Design no museu |
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| Poltrona com design de Sérgio Rodrigues |
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| Mesa seis, de Marcelo Rosenbaum |
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| O faqueiro Riva, assinado por Arthur Casas |
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É amanhã a abertura de uma mostra muito especial no MAM: “Design brasileiro hoje: fronteiras”, sobre a relevância do design no nosso dia-a-dia. A exposição tem curadoria da expert em design, a jornalista Adélia Borges, e traz um pouco de tudo: de móveis e máquinas de lavar a embalagens, luminárias e vinhetas de televisão. O mobiliário interessa particularmente a esta Casa. Poltronas e mesas, entre outras peças, estarão por lá representadas por projetos recentes de nomes importantes do design brasileiro. Sérgio Rodrigues, Irmãos Campana, Marcelo Rosenbaum, Guto Lacaz, Isay Weinfeld e Arthur Casas entre eles. Amanhã a abertura é só para convidados, mas a partir do dia 8 todo mundo pode ir ao museu conferir de perto as peças da exposição. MAM - Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - Portão 3, tel.: 11 5085 1300.
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