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Sempre tive um certo fetiche por papel de parede. Basicamente desde o dia em que pisei na casa em que eu morei em Belo Horizonte, lá pelos idos de 1984. Entrei no meu quarto (meu e da minha irmã Li, que ficaria revoltada sem a devida citação...) e deparei com uma caixa cor-de-rosa que parecia embalada para presente. Tinha papel de parede em todos os quarto da residência, cada um de uma cor, um mais bonitinho que o outro. E o do meu quarto era rosa - o que mais poderia querer uma adolescente deslumbrada com o primeiro quarto sem o irmão caçula por perto? Sem carrinhos e Falcons entre as bonecas?
Pois de uns tempos para cá o papel de parede vem garimpando seu lugar ao sol no universo decorativo. Na Casa Cor do ano passado foi destaque em diversos ambientes - o que talvez se repita na edição deste ano, que rola ainda este mês. A questão é que, por aqui, as opções ainda são um pouco "old style", no mau sentido... Tudo muito floridinho (nos anos 80 ainda fazia sentido), muito metido a clássico, muito chato. Então pessoal, fabricantes em geral, que tal investir em estampas que dêem vontade de colar nas paredes de casa? Fica como sugestão de garimpo na web o site da Anthopologie, que tem umas estampas incríveis.
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