12 julho

Adoro oro!

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Ahh… o dourado! Tão polêmico, tão lindo… Já houve um tempo, há muitos e muitos anos, que o dourado simplesmente não existia na minha vida. Era tanta a aflição de parecer (acessórios) ou dar a entender (decor da casa) que uma perua louca e exibida habitava a minha pessoa, que simplesmente fugia do brilho. Isso até entender a riqueza (não resisti ao trocadilho, nem ligo se você me julgar…) da cor. Ou melhor, até compreender a beleza do dourado pelos olhos de uma amiga querida, Guta Carvalho, diretora de arte e uma das pessoas de mais bom gosto que conheço. Compartilhamos nossa vida com maior proximidade quando trabalhávamos juntas, dividindo o mesmo quinhão de terra em uma casa fofa na Barra Funda. Foi só nesse tempo que comecei a me apegar ao dourado de tanto ver as lindezas criadas pela minha amiga. Seja nas composições criadas em seu próprio figurino, seja nos cenários inevitavelmente salpicados com um toque de brilho dourado. Foi com ela que aprendi que dourado tem muito mais a ver com luz do que com exibicionismo. Que dourado é um luxo que não tem vínculo algum com a ostentação descabida e cafona à qual a cor tão linda, muitas vezes, é associada. Dourado é brilho delicado que, quando posicionado no lugar certo, na medida exata do bom senso, é a coisa mais linda de se ver. Seja na roupa que você veste ou na casa que você habita. Obrigada, Gu!

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