06 junho

A cara do dono

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Como diria Wanderléa, pare a-go-ra! Pare e olhe para o cenário que você habita (se não estiver em casa, imagine-se em um dos ambientes do seu lar doce lar) e tente reconhecer afinidades entre o seu estilo de vida, seus gostos mais pessoais, suas cores favoritas, seus objetos de apego e a realidade que você vê a sua frente. Tem algo na sala, no quarto, na cozinha, no banheiro… que traduza a essência da sua pessoa? Se a resposta for um “não”, a hora de parar é agora. Uma pausa obrigatória para refletir por que raios a sua casa não se parece com você.

Podem ser vários os bloqueios que o (a) impedem de morar em um lugar em que se sinta devidamente representado (a). A opinião dos outros geralmente vem em primeiro lugar em uma lista que pode não ter fim. Deixar pra depois, pra quanto tiver mais dinheiro ou mais tempo vem em segundo lugar, quase sempre… Medo de mudança é outra razão bastante comum para deixar de fazer o que bem entende na decoração do seu próprio espaço, acredite se quiser.

Por essa e outras selecionei essa imagem, gentilmente emprestada de um blog que eu adoro, o Design Sponge, para colocar uma luz colorida e bem-humorada que talvez (será?) anime você, visita sempre bem-vinda por aqui, a iniciar agora um plano para, antes tarde do que nunca, ter uma casa que se pareça com você. Repare que na imagem acima a cor é o elemento apaixonante número 1. Seguido pelas cadeiras misturadas e descombinadas propositalmente da mesa de jantar. A guirlanda de pingentes + o globo de espelhos que enfeitam a lareira (que poderia ser uma cristaleira vintage ou outra peça similar) complementam o combo que me fez pensar na hora: a pessoa que mora nessa casa deve ser alguém muito interessante, que não teme ousadias e tem humor de sobra.

Pensei no ar de felicidade do morador ou moradora na hora de tomar o café da manhã em uma terça-feira qualquer ou de se reunir com os amigos para um jantar no meio da semana. Uma composição que tem muito mais a ver com coragem de se colocar no ambiente em que vive e desejo de estar conectado ao cotidiano de uma maneira prazerosa do que com opiniões, orçamento ou tempo disponível. Fim.

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